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Estamos sempre na presença do grande Rei e precisamos estar vestidos para a ocasião.

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Não é preciso dizer que, mesmo em nossa era democrática, não se entra na presença da realeza negligentemente. Precisa-se ser treinado nas conveniências da roupa e da conduta. Isto é muitas vezes mais verdadeiro para aqueles que se propõem ficar na presença do Deus vivo. Precisa-se vestir o espírito submisso do temor reverente para se propor comer pão no reino celestial. Podemos, na verdade, não ser capazes de apresentar-lhe a vida sem pecado que ele verdadeiramente merece, mas o mais pobre de nós é absolutamente capaz de levar uma devoção de mente sincera e obediente.  É verdade que em sua misericórdia Deus vestiu seu povo com uma justiça que não é deles mesmos, mas há uma atitude de coração que só nós podemos atingir. Na sua linguagem, o apóstolo Paulo diz: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão e de longanimidade” (Colossenses 3:12). Tal espírito cresce da percepção de que e...

Calma celestial

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Charlie Brackett A boa nova de paz (Efésios 6:15). Muitos buscam a paz. Alguns fingem ter a paz, mas por dentro estão as dúvidas, a ansiedade e a perturbação. Outros tentam fazer a paz. Horas e dinheiro incontáveis são gastos nos auditórios de conferências do mundo buscando a paz. Tanto os líderes políticos como os religiosos negociam sem sucesso duradouro. Mas o evangelho do reino diz, “simplesmente receba a paz”.  O evangelho leva o homem a se reconciliar com Deus (Romanos 5:10-11) e unir-se com o seu semelhante (1 João 5:1). Jesus Cristo, que é nossa paz (Efésios 2:14-18), diz, “Vinde a mim...Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim...e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11:28-30). Esse descanso traz paz com Deus e consigo mesmo, e dá ao lar, à igreja e a tudo mais, uma calma celestial. Oh, paz que ultrapassa o entendimento (Filipenses 4:7)!